(...)

 No infinito entre parêntesis

A glória de sermos eternos
traz em minhas costelas seu abraço

E nossas almas se juntam 
de modos que os contornos se liquefazem 
desatando as amarras do tempo espaço

Recheados de pó estelar, vazo entre poros 
Enquanto minha nuca sucumbe às suas garras em meus cabelos.


Publicado originalmente no FB - em 07/06/2014

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