(...)
No infinito entre parêntesis
A glória de sermos eternostraz em minhas costelas seu abraço
E nossas almas se juntam
de modos que os contornos se liquefazem
desatando as amarras do tempo espaço
Recheados de pó estelar, vazo entre poros
Recheados de pó estelar, vazo entre poros
Enquanto minha nuca sucumbe às suas garras em meus cabelos.

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