Na tentativa de manter a dor incessante em freqüente anestesia, 
Afoga-se agora em copos, corpos e fiadas conversas 
E se esquece, se distancia, 

Em qual presente vives se não se lembra? 
Olho nos seus olhos e me canso de suas amarrarmas. 

Só me resta o lamento ao vê-los tão cerrados.

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