Euví!

Flaino borboleta entre faunos
Fato que teço crio cresço
Dei adeus a Teseu, a sua corja de Éneias e afins
Do príncipe
ao sapo
e qualquer tendência de salvação em branco cavalo
por hora me despeço.
Sou de flanco aberto encaixe
Égua seda que à trilha pó matura
Evoé!
Evoé!
Evoé caros báquicos que dos olhos vinhos, aulos e danças vertem!
Boas Graças Dionisíacos benfazejos!
Nos quais me encontro
E não mais me perco.
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