Ao avesso um verso II
Tragada por minhas entranhas viro ao avesso,
exponho carne vermelha
e sangue
e tripas
e veias.
À brisa sensível navalha chicote me torno ácido talho
O fechar de olhos leva ao infindo abismo e a angústia de prever o não há do chão.
Oh espelhos..Como dói e liberta vê-los em estilhaços
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